segunda-feira, 13 de abril de 2015

Ser Escritor Requer Investimento


Quando decidimos escrever profissionalmente, devemos compreender que o que iremos gastar vai muito além do tempo e dedicação. Precisamos estudar, nos especializar, colher informações, trocar conhecimento com outros profissionais, entre outras coisas necessárias para fazer com que o nosso acervo textual ganhe boa atenção dos futuros leitores.
O montante de obras e textos que você produz precisam passar ser registrados para preservar sua autenticidade. Isso leva um custo para impressão, encadernação e envio na Biblioteca Nacional. Seus textos também precisam depois passar por uma revisão profissional que pode ser feito por um professor, revisor ou até por você mesmo, se estiver preparado e seguro.
A não ser que você saiba fazer serviços gráficos, você também terá que pagar um profissional para diagramar e fazer as artes gráficas de seus livros, e também os registros de ISBN, Ficha Catalográfica e Código de Barras, que também podem ser feitos na gráfica. Enfim, tudo isso envolve profissionais dedicados.
E depois do livro pronto, você precisa correr atrás da divulgação, que pode ser feita com um publicitário, um jornalista ou por você mesmo, cuidando e administrando todo o processo de apresentação, inserção e divulgação de sua biografia, trabalho e acervo literário.

Acredite em seu trabalho e faça valer todo o seu esforço quando for convidado para fazer qualquer serviço literário de graça.

Leo Vieira

Conheça mais sobre o Leo Terário e o projeto de incentivo à leitura "Leia + Livros" na página "Antro Literário".


® Leo Vieira- Direitos Reservados

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Valorize-se Escritor!


Certa vez eu fui ao dentista e durante a minha espera, apareceu uma senhora com o seu filho adolescente precisando de um serviço emergencial (a clínica onde ele é atendido já estava fechada). Ela informou uma parte do aparelho do rapaz havia se quebrado, deixando solto uma parte do cabo de metal, correndo grande risco de ferir a bochecha dele. A mãe alegou que somente precisaria  cortar o pedaço do metal, porém o dentista disse que teria que remover o cabo inteiro e colocar outro (provisório) até o jovem ser atendido pelo dentista original para apertar o aparelho devidamente. O serviço teria o valor de uma consulta e a mãe (esperando apenas por uma gambiarra grátis ou com um valor simbólico) logo desistiu do orçamento, indo embora com o menino.
Isso me fez pensar em muitas ocasiões em que outros profissionais são desvalorizados e se deixam desvalorizar com esses tipos de clientes. Os desenhistas convidados para "fazer um desenho rápido", um taxista "pra levar daqui até ali", um designer "pra dar um jeitinho no site", um advogado "pra dar uma olhadinha no processo", entre outras coisas.

Não tenha medo de perder um cliente. Continue profissional e confiante que o seu reconhecimento chegará.

Leo Vieira


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® Leo Vieira- Direitos Reservados